BARREIRAS PARA O DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS
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Keywords

Doação de órgãos
unidades de terapia intensive
sala vermelha

How to Cite

da Silva, K. J. P., Reis, G. R., Nascente, I. M., Correia, N. M., Costar, R. R. da S., Morais, T. F. das N., da Silva, L. C., Macedo, S. A., da Silva, K. K. P., de Lira, V. F., dos Santos, J. P. P., & da Cruz, L. G. (2023). BARREIRAS PARA O DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS. REVISTA FOCO, 16(11), e3744. https://doi.org/10.54751/revistafoco.v16n11-207

Abstract

INTRODUÇÃO: Morte encefálica é a definição legal de morte. É a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro. O tempo entre o diagnóstico, a decisão da família de doar um órgão e a coleta do órgão é decisivo para viabilizar a doação e o transplante de órgãos. OBJETIVO GERAL: Estudar quais as dificuldades encontradas no processo de diagnóstico de morte encefálica na UTI e suas consequências. MATERIAIS E METODOS: Este é um estudo bibliográfico que examina a morte encefálica e suas implicações na medicina e na doação de órgãos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os estudos sobre morte encefálica ressaltam variações na incidência e necessidade de protocolos consistentes. A participação de enfermeiras especialistas aumenta as doações de órgãos. Identificar sintomas precocemente é crucial para melhorar o sucesso dos transplantes. CONCLUSÃO: Em síntese, os estudos revelam desafios na gestão da morte encefálica, destacando a importância da padronização, treinamento e envolvimento de profissionais de saúde. A adesão de especialistas e conscientização pública é fundamental para salvar vidas por meio da doação de órgãos.

https://doi.org/10.54751/revistafoco.v16n11-207
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